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PROGRAMA DE AÇÃO EDUCATIVA

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PROGRAMA DE AÇÃO EDUCATIVA

MUSEU DA PAZ / FEB

 

   

JUSTIFICATIVA:

 

O Museu da Paz, desde o ano de 2009 – ano de início de suas atividades museológicas -

tem aplicado a ação educativa, metodologicamente e de maneira alternativa.

Assim, a entidade representativa da história e da memória dos Pracinhas da

Segunda Grande Guerra [1939 a 1945], tem como meta construir o Programa de Ação Educativa

comprometido com o processo educacional, fundamental na importância da educação formal,

não-formal e informal.

Considerando a relevância do tema para a introdução da ação educativa,

o eixo norteador da proposta de trabalho será focado na missão da entidade museológica,

com base nas reflexões do Conselho Internacional de Museu [ICOM],

que assim preconiza sua fundamentação teórica no tocante a área museal:

 

“Toda instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e

de seu desenvolvimento, aberta ao público, adquire, conserva, pesquisa e e

xpõe para fins de estudo, educação e lazer, evidências materiais do

Homem e do seu meio ambiente.”

 

Nesta perspectiva, a museografia do MPZ está distribuída nos espaços museais

focando a presença feminina nos campos de batalhas, no front italiano.

Além disso, um cenário artístico e museográfico nos remete a reflexões

e discussões a respeito do acervo militar, indumentárias, armas e simbologias,

como a “cobra fumou”.

Para melhor compreensão há também um conjunto de banners com imagens

fotográficas do teatro de operação do conflito armado, acompanhados de

textos e cronologia das duas grandes guerras que assolaram o passado,

mas que estão presentes até hoje na humanidade, de outras formas.

A Ação Educativa neste museu é e continuará sendo realizada através das

conexões pontuadas em reflexões, entre o presente e passado, provocando,

dessa maneira, amplas discussões acerca dos conflitos armados no transcorrer do século XX.

 

 

 

       

Estratégias e Atividades

 

A expressão do historiador britânico Eric Hobsbawm, a “Era das Catástrofes”,

assim denominando a fase de 1914 a 1945, ilustra e permeia as reflexões das

estratégias da ação educativa a seguir:

 

 

Módulo I

Tema

Recurso/Estratégia

Observação

Sala de Exposições temporárias

Acervo Civil e Militar;

Exp. Fotográficas e Militares;

Visita Guiada

Neste espaço, as exposições variam ao longo do ano

 

Módulo II

Tema

Recurso/Estratégia

Observação

Corredor

Acervo Civil e Militar.

Bomba usada pela FAB; réplica da bomba atômica Little Boy; trabalhos artísticos

Visita Guiada

 

 

 

Módulo III

Tema

Recurso/Estratégia

Observação

Sala temática com destaque à museografia das coleções de peças de época.

2.1 - Primeira Guerra Mundial.

2.2 - Segunda Guerra Mundial.

2.3 – Participação da Mulher na Segunda Guerra Mundial.

2.4 – Cruz Vermelha

Visita Guiada

 

 

 

Módulo IV

Tema

Recurso/Estratégia

Observação

Sala temática focada no

patrimônio material das coleções, objetos e indumentárias de época.

3.1 – Acervo fotográfico - Banner

3.2 – Armas e munições

3.3 – Indumentárias

3.4 – Banner: “cobra fumando”

3.5 - Medalhas

3.6 - Coleção de fardas

(EUA/FEB, Inglaterra, Alemanha, Polônia)

Visita Guiada

 

 

 

Módulo V

Tema

Recurso/Estratégia

Observação

Módulo vitrine

4.1 – Transporte 1ª Guerra Mundial.

4.2 – Imagens 2ª Guerra Mundial.

Visita Guiada

 

 

 

 

Módulo VI

Tema

Recurso/Estratégia

Observação

Monumentos e Praças

Monumento e Praça dos Expedicionários

Visita Guiada

In loco será apresentado o patrimônio musealizado

 

Monumento e Praça de Suez

Visita Guiada

In loco será apresentado o patrimônio musealizado

 

Módulo VII

Tema

Recurso

Observação

Muro

Símbolos da FEB

Visita Guiada

Na plataforma da estação do trem será desenvolvida a contextualização da arte daquele espaço de memória.

 

 

Módulo VIII

Tema

Estratégia/Recurso

Observação

Espaço de reflexão e ação

Arte/imagens e Som

 

Vídeos

Oficina de Arte

Palestras

Contação de história

 

 

 

 

ACERVO MUSEOGRÁFICO

 

Módulos I e II

 

1.1 - Memórias de um Herói - Gumercindo da Silva – Bandeira Nacional, Medalhas, Quadro do Cemitério Militar Brasileiro em Pistoia/Itália, Livro do Exército, doados pela família do Expedicionário Gumercindo da Silva, morto em combate na 2ª guerra.

 

1.2 - Navio – Sem infraestrutura e desconfortável, um navio-transporte americano “General Meigs” levou as terceira, quarta e quinta tropas de militares para a IIª Guerra Mundial. No total, foram cinco escalões que levaram 25.334 homens para a Itália. Sendo que uma viagem durava 15 dias em alto-mar.

 

2.1 - Letra de música - “Rosa de Hiroshima” de Vinícius de Moraes, cantada por Ney Mato Grosso. A letra da música traz uma reflexão a respeito das consequências desse bombardeiro nuclear sobre o Japão.

Foi um ataque provocado pelos Estados Unidos, através de uma bomba atômica nos dias 6 e 9 de agosto de 1945. Após 6 meses de intenso bombardeio em outras cidades japonesas, a bomba atômica “Little Boy”, (exposição da bomba e do acervo civil criado por engenheiro, filho de Anselmo Bertoldi), foi lançada primeiro na cidade de Hiroshima e dias depois sobre Nagasaki. Estas explosões mataram em segundos dezenas de milhares de pessoas. Após este acontecimento, o Japão se rendeu, terminando assim a II Guerra Mundial.

 

2.2 - Banner memorial das guerras e conflitos – Representa vários episódios de várias guerras como: Guerras Mundiais, Guerra Fria, Guerra do Vietnã e a fumaça da bomba que caiu sobre Nagasaki, pois dela se originou a música Rosa de Hiroshima, pelo formato, que representa “uma rosa”.

 

2.3 - Bombas – exposição de algumas bombas militares usadas nos combates da Segunda Guerra Mundial. Inclusive a réplica da bomba atômica Little Boy.

 

 

Módulo III

 

Banner explicativo Ação Integralista (AIB – Ação Integralista Brasileira) - Plínio Salgado um jornalista, foi líder autoritário do integralismo. Influenciados pelo fascismo italiano (Mussolini) e nazismo alemão (Hitller), os integralistas eram grupos que apoiavam o fascismo e o nazismo. Vários grupos e famílias do Vale Itapocu e Jaraguá do Sul também eram seguidores do AIB. Este movimento, Ação Integralista, não aceitava o comunismo, defendia a propriedade privada, o resgate da cultura, o moralismo [a família era tudo]. Erguiam seus braços esticados, mãos empalmadas, cumprimentando com a palavra “Anauê”, de origem tupi, de conteúdo afetivo, que quer dizer “Eis-me aqui” ou “você é meu irmão”. No Vale do Itapocu, a cidade de Jaraguá do Sul recebeu em duas ocasiões o líder integralista Plínio Salgado, na década de 30 e mais tarde, na década de 60. A presença de Salgado em Jaraguá revela que a doutrina política do movimento integralista era respaldada pelos intelectuais brasileiros, sendo difundida nos grandes centros urbanos, como Rio de Janeiro e São Paulo. Como Jaraguá estava conectada, por meio da ferrovia, com os grandes centros, o movimento chegou à pequena cidade e se tornou importante instrumento ideológico de defesa dos colonos, pois o regime da era Vargas era vigilante, castrador e perseguia a população remanescente dos países do Eixo [Áustria, Alemanha e Itália].

 

Banner Ditadura Militar no Brasil [1964 a 1985] – O recurso de comunicação visual faz conexões de temporalidade da violência institucionalizada pelo Regime Militar, cujo requinte de crueldade muito se assemelhou aos conflitos da Iª e IIª Guerra Mundial.

 

3.1 – Primeira Guerra Mundial

Foi uma guerra centrada na Europa ,que começou em 1914 e foi até 1918.

No espaço, é possível visualizar o acervo que contém: indumentária, capacete, objetos de uso pessoal, máscara contra o gás, pois há relatos do uso de armas químicas desde a I Guerra Mundial, que foram usadas em larga escala, como o chamado gás mostarda foi usado pelos alemães contra os inimigos. Houve mais de 100 mil mortos vítimas de armas químicas. O Brasil não teve participação oficial de soldados na Primeira Guerra Mundial. O governo apenas mandou uma equipe médica composta de cirurgiões civis e militares para atuar em hospitais europeus. Na época, o Brasil colaborava com a exportação de alimentos, principalmente o café, e armamentos. As exportações caíram bruscamente, gerando uma crise naeconomia dependente do café, forçando o Brasil a ter um surto industrial, valendo-se da mão de obra do imigrante que fugia da fome, depois da guerra. O número de fábricas quadruplicou nos anos da guerra. A indústria brasileira conquistou o mercado interno e fez diminuir o número de itens importados, modificando a fase socioeconômica do país.

 

3.2 – Segunda Guerra Mundial

Exposição de indumentárias, saco para carregamento dos apetrechos usados na Segunda Guerra Mundial e granadas de diversos calibres.

Capacetes da primeira e segunda guerra mundial de diferentes tamanhos.

 

3.3 - Cruz Vermelha – A Mulher na 2ª Guerra Mundial – O Padioleiro

A participação da mulher brasileira nos campos de batalha da II Guerra Mundial aconteceu com as 73 mulheres designadas a atuar em vários hospitais de campanha na Itália (67 a serviço da FEB e 06 a serviço da FAB). Elas foram treinadas e capacitadas, com aulas práticas para exercer a função, pela Escola de Educação Física do Exército e o Colégio Militar. Aprenderam primeiros socorros e a saltar de avião com paraquedas. Algumas foram convocadas e outras foram como voluntárias. A viagem demorou 3 dias, algumas seguiram de avião e outras de navio. Estas enfermeiras atendiam feridos pertencentes a todas as unidades aliadas na Itália, também soldados capturados e feridos recebiam o mesmo tratamento. Trabalho constante, pois todos os dias chegavam levas de soldados feridos e doentes. Homens mutilados, com fraturas ou ferimentos graves, ou mesmo perturbações mentais, devido a choques emocionais mais fortes. Além de enfermeiras, exerciam a função muitas vezes de psicólogas, além de escreverem as cartas para os familiares dos soldados que, mutilados, não podiam mais escrever.

Relato sobre o acervo existente neste nicho temático. Além de pertences da II Guerra Mundial, também tem a padiola que pertenceu a I Guerra Mundial. Falar a respeito do Sr. Anselmo Bertoldi (falecido em 2013), Pracinha de Jaraguá do Sul, que atuou como padioleiro. Tinha a missão de trazer mortos e feridos para os postos de primeiros socorros. O guarda-pó, usado pelos padioleiros na época da II Guerra Mundial, era confeccionado pela Legião Brasileira de Assistência – LBA, órgão assistencial público brasileiro, fundado pela promeira-dama, Darcy Vargas, com o objetivo de ajudar as famílias dos soldados enviados à Segunda Guerra Mundial.

 

3.4 - Mapa – Roteiro da FEB na Campanha da Itália, em que os soldados permaneceram mais tempo em combate. Castelnuovo, Montese, Fornovo e Monte Castello, onde 103 brasileiros perderam a vida. Fornovo foi considerada a vitória mais brilhante da Feb na campanha da Itália.

 

3.5 – Espadas

Usadas em honras militares para condecorar tenentes, generais, etc.

 

 

Módulo IV

 

4.1 – Acervo fotográfico Banner

Acervo fotográfico do Jornal Correio do Povo, que homenageou os soldados jaraguaenses que participaram da II Guerra Mundial. Observar as fotos dos 4 soldados jaraguenses homenageados com nome de ruas desta cidade, pois os mesmos morreram em combate. Em uma guerra não se vê o homem como um ser humano, abordando apenas os aspectos políticos, econômicos, ideológicos e estratégicos de grandes vitórias. Eram homens de boa índole e boa família, não importava se estavam preparados ou não para exercerem a função de soldado em uma guerra, pois consideravam um dever que tinham que cumprir. Os filmes e relatos que já se fizeram acerca das guerras não mostram o sacrifício, medo, desespero, angústia, incertezas vivenciados pelos soldados, apenas o cumprimento do dever a eles impostos.

 

4.2 – Armas

Desde a Primeira Guerra, começou a crescer em larga escala a produção bélica : granadas, morteiros e metralhadoras leves. Já se criavam tecnologias para confecção de bombas, armas poderosas, como o fuzil, pistolas, baionetas e bazuca. A granada tornou-se um símbolo de guerra, lançadas a mão pelos soldados. O uso da baioneta, que era o rifle com uma faca presa nocano, servia para o soldado combater oponentes em lutas corpo a corpo ou atacar grupos de cavalarias.

 

4.3 – Indumentárias

As indumentárias são brasileiras e americanas. Cada uniforme indicava as tropas dos soldados: uniformes de passeio, capa de lona, cabo de artilharia, uniforme inglês, uniforme da FEB e da marinha americana. Fala-se que a roupa do soldado brasileiro não era adequada para o clima europeu, com temperaturas abaixo de 0° graus, e muitos acabavam morrendo de frio.

 

4.4 – Banner da “Cobra Fumando”

Relatava-se que era mais fácil a cobra fumar que o Brasil ir para a guerra. Sendo assim, o brasileiro mostrou sua coragem e garra para vencer a guerra. O Brasil atuou magnificamente, ainda hoje os brasileiros são considerados heróis para os italianos.

 

4.5 – Medalhas

O movimento em defesa do patrimônio dos Febianos criou vários modelos de medalhas condecorativas, para serem entregues aos homenageados nas datas significativas. São elas:

a] Medalhas de campanhas dos integrantes da Força Expedicionária Brasileira que participaram de guerra na Itália.

b] Medalha de Guerra, aos que prestaram serviços relevantes ao esforço de guerra do Brasil. Cruz de Combate de primeira e segunda classe conferida aos que praticaram atos de bravura.

c] Sangue do Brasil ,conferida aos que tiveram ferimentos de guerra ou que faleceram em combate.

 

4.6 – Coleção de fardas europeias

 

Esse nicho temático é composto pelas fardas e os capacetes, entre outros objetos, do inimigo, ou seja, participantes do eixo Alemanha, Japão e Itália. Além da jaqueta polonesa, que faz parte do mesmo nicho.

 

 

Módulo V

 

5.1 – Transporte da Primeira Guerra Mundial

Viatura com tração animal, usada para carregamento de armas e munições durante a Primeira Guerra Mundial. Não se sabe ao certo se realmente este transporte foi usado pelos soldados.

 

5.2 – Imagens 2ª Guerra Mundial

Um banner contextualiza a época e o cenário da II Guerra Mundial, evidenciando os soldados japoneses e seus inimigos.

 

 

Módulo VI

 

6.1 – Praça dos Expedicionários e Monumento Febiano

Praça do Expedicionário, inaugurada em 1944 com o Terminal Rodoviário. Assim, o ponto de sociabilização e encontro da cidade à época foi denominado Praça 29 de Outubro. Em 1985, a praça recebeu um monumento em homenagem aos Pracinhas de Jaraguá do Sul e do Vale Itapocu, uma homenagem aos veteranos de guerra que estiveram em combate no front italiano.

No monumento estão registrados os nomes das principais cidades que foram palco do teatro de combate e o nome dos Pracinhas, dos que morreram no cumprimento do dever e dos que voltaram vivos da guerra.

 

6.2 – Praça do Batalhão de Suez e Monumento a Suez

 

A Praça entre o Museu da Paz/FEB e o Mercado Público é denominada Praça Batalhão de Suez em homenagem à memoria da atuação do Brasil no conflito localizado no entrono do Canal de Suez, colaborando com as Forças da Paz, da Onu, nas décadas de 50 e 60. O Monumento que está localizado nesta praça faz homenagem aos 20 Expedicionários Jaraguaenses que compuseram, ao longo daqueles 10 anos, o Batalhão de Suez.

 

 

Módulo VII – Pinturas em Muro

 

Nos fundos da antiga plataforma de embarque e desembarque da estação ferroviária, que sedia o Museu da Paz, encontram-se pinturas que representam dois momentos decisivos para a FEB – a Batalha de Monte Castelo e a Batalha de Montese. Essas duas pinturas estão ladeando o símbolo da FEB – uma cobra fumando cachimbo.

 

 

Módulo VIII - Espaço de Reflexão e Ação

 

Para firmar o compromisso com a comunidade, a sala da ação educativa também conta com um espaço para o desenvolvimento de atividades interativas e lúdicas, ligadas ao patrimônio material musealizado que compõe o acervo da entidade museológica. Nesta perspectiva, serão usados recursos como palestras, uso de fotografias e de peças da reserva técnica, projeção de vídeos de curta duração, que reverenciam o legado cultural, nacional e regional dos cidadãos que integravam a Força Expedicionária Brasileira, participante do conflito armado da II Guerra Mundial. Outros destaques serão mostrados em diversos vídeos que mostram as pessoas envolvidas na defesa do legado cultural dos Pracinhas de guerras, como museóloga, historiadores, pesquisadores, voluntários, professores, etc. Culminando a visitação dos escolares, também haverá diversas oficinas educativas, mediada pelos monitores, de acordo com a temática explorada.

 

 

Mensagem final:

 

“Numa guerra ninguém perde e nem ganha”.

Conhecemos a história a respeito de guerras por meio de filmes, leituras escolares, relatos, pesquisas, visitas monitoradas. Hoje, sem percebermos, a guerra continua, não apenas com bombas, mas uma guerra vivida constantemente em nosso dia a dia: trânsito, escola, família ou em uma simples brincadeira.

Por que Museu da Paz? Para refletir a respeito da paz! Para pensarmos na necessidade de se construir um mundo em que a Paz seja possível e real.

 

Todos os homens buscam a felicidade. E não há exceção. Independentemente dos diversos meios que empregam, o fim é o mesmo. O que leva um homem a lançar-se a guerra e outros a evitá-la é o mesmo desejo, embora revestido de visões diferentes. O desejo só se dá o último passo com este fim. É isto que motiva as ações de todos os homens, mesmo dos que tiram a própria vida.” (Blaise Pascal) 

 

 

 

 

 

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